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quarta-feira, 23 de junho de 2010

símbolos
Bandeira do Estado Livre de Orange/wiki/Ficheiro:FIAV_historical.png
A bandeira do Estado Livre de Orange (ELO) foi concebida em 1856 e adoptada oficialmente a 23 de Fevereiro de 1857 no terceiro aniversário da república. A bandeira nacional do ELO é constituída por sete faixas horizontais alternadas de laranja e branco, ficando o branco nas extremidades, e tendo no cantão uma versão da bandeira da Holanda. A antiga bandeira da África do Sul (1927-1994) contém na faixa branca uma bandeira do ELO na vertical. É provável que a bandeira do ELO, bem como outras bandeiras dessa época, tenha sido remotamente inspirada na bandeira dos Estados Unidos.

hino
armas
Brasão de armas da África do Sul
Brasão de Armas da África do Sul.
O atual desenho Brasão de Armas tem uma série de elementos organizados em diferentes formas simétricas de ovo, ou oval, colocada uma em cima da outra. A estrutura completa do Brasão de Armas reúne um ovo maior e um menor em um símbolo do infinito. O caminho que liga a extremidade inferior da rolagem, através das linhas das presas, com o horizonte acima do sol nascente e no topo, tem a forma do ovo cósmico de onde nasce o pássaro secretário. No sentido simbólico, este é o renascimento do espírito da nação grande e heróico da África do Sul.
O brasão de armas é também uma parte central do Grande Selo, tradicionalmente considerado o maior símbolo do Estado. A autoridade absoluta é dada a cada documento com a impressão do Grande Selo sobre isso, pois isso significa que ele tenha sido aprovado pelo presidente sul-africano.
O novo Brasão de Armas da África do Sul foi lançado no Dia da Liberdade, 27 de abril de 2000, em substituição ao modelo antigo, que foi criado na época do apartheid. A mudança reflete o objetivo do governo de salientar a mudança democrática na África do Sul e um novo sentimento de patriotismo.
origem
A África do Sul é um país extenso, com grande diversidade de habitates e povos que, ao longo dos séculos, foram deixando as suas marcas. Por essa razão a história da África do Sul - que, de acordo com o conhecimento mais recente, pode bem ser o “berço da humanidade” – está relativamente bem documentada e plena de acontecimentos com importância para todo o mundo:
• vários sítios que foram considerados Património Mundial, entre os quais vários sítios com importância histórica, e
• foi contemplada com 5 Prémios Nobel, principalmente nos anos que antecederam ou vieram imediatamente a seguir à queda do apartheid, sendo 3 Nobel da Paz:
• o bispo anglicano Desmond Tutu, em 1984, pelos seus esforços pacíficos contra o regime do apartheid[1];
• o último presidente do apartheid, Frederik de Klerk, em 1993[2], que o recebeu em conjunto com
• Nelson Mandela, que foi o primeiro presidente do pós-apartheid e
• dois Prémios Nobel de Literatura, o primeiro, em 1991, Nadine Gordimer e, em 2003, John Maxwell Coetzee.
Pré-história
Os sítios com fósseis de hominídeos de Sterkfontein, Swartkrans, Kromdraai e arredores foram inscritos pela UNESCO em 1999 na lista das propriedades que são Património Mundial. Nesta região foram encontrados fósseis que permitem considerá-la como o “berço da humanidade”, entre os quais os mais importantes são "Mrs. Ples", um esqueleto quase completo de um Australopithecus africanus com 2,3 a 2,8 milhões de anos de idade e, mais recentemente, "Little Foot", outro exemplar, também considerado uma espécie de Australopithecus, mas este com mais de 3 milhões de anos.
Estas descobertas corroboraram a conclusão de Raymond Dart que, em 1924, deu ao "Crânio Infantil de Taung" (“Taung Child”, em inglês) o nome de Australopithecus africanus, que ele considerou ser uma espécie nova e, possivelmente o “elo perdido” da evolução entre os símios e os seres humanos.
Foram ainda encontrados em Swartkrans restos de animais e instrumentos de pedra e osso, dos mais antigos que se conhecem, datados entre 1,7 e um milhão de anos, a maioria pertencente à espécie (Australopithecus) , o que significa vestígios do período Paleolítico. Swartkrans foi também o primeiro local em África onde se encontraram restos de espécies já extintas do género Homo, principalmente da espécie Homo ergaster que se pensa ser o antepassado mais próximo do Homo sapiens.
Outros vestígios de antigas culturas são as pinturas rupestres, das quais se têm encontrado bastantes na África Austral. No Drakensberg, existem cavernas e abrigos na rocha com a maior colecção de arte rupestre a sul do Sahara, que se pensa terem sido feitas pelos povos Khoisan, ao longo dum período de mais de 4000 anos.
Nos séculos I a IV, a região começou a ser invadida pelos bantus (ver expansão bantu), que eram agricultores e já conheciam a metalurgia do ferro. A base da economia dos bantu era a agricultura, principalmente de cereais locais, como a mapira (sorgo) e a mexoeira; a olaria, tecelagem e metalurgia encontravam-se também desenvolvidas, mas naquela época a manufactura destinava-se a suprir as necessidades familiares e o comércio era efectuado por troca directa. Artefactos de ferro e cerâmica, assim como túmulos, são frequentes e permitem conhecer um pouco desta época.
A partir do século V, provavelmente derivada do aumento demográfico e da produção e manufatura, usada na troca com outros povos, a organização social dos Bantu tornou-se mais complexa. Estas sociedades deixaram vestígos de cidades organizadas em classes, com palácios para a classe dirigente, amuralhados para os proteger e restos de casas mais simples, da classe trabalhadora. Um excelente exemplo destes vestígios é a Paisagem Cultural de Mapungubwe, na província do Limpopo, que foi considerada Património da Humanidade.
brasão
O símbolo do Brasão de Armas
O lema do verde é prorrogado por pares de presas de elefante. Dentro dele há duas espigas de trigo e um escudo dourado com arte rupestre Khoisan saudação de duas figuras humanas a partir da pedra Linton. Acima do escudo há um cajado cruzado com uma lança, protea, pássaro secretário, e um sol nascente.

O formato oval da fundação
O primeiro elemento é o lema, no semicírculo verde. Completando o semicírculo dois pares simetricamente colocado de presas de elefante apontando para cima. Dentro da forma oval formada pelas presas duas espigas de trigo simétricas, que, no quadro de transformar um escudo de ouro colocado no centro.
A forma do escudo faz referência ao tambor, e contém duas figuras humanas de arte rupestre Khoisan. Os números são representados de frente para um outro em saudação e na unidade.
Sobre o escudo há uma lança e um cajado, atravessado em uma única unidade. Estes elementos estão dispostos harmoniosamente para fornecer o foco para o escudo e completar a parte inferior da oval de fundação.
• O lema:
O lema é:! Ke e: xarra / ke / escrito na linguagem do povo Khoisan / Xam, que literalmente significa "unir pessoas diferentes". Ele aborda cada esforço individual para conseguir a unidade entre pensamento e ação. Em uma escala coletiva que chama para a nação a se unir em um sentido de pertença e orgulho nacional - a unidade na diversidade.
• As espigas de trigo:
Um símbolo de fertilidade, mas também simboliza a idéia de germinação, crescimento e desenvolvimento de qualquer potencial. Relaciona-se com a alimentação das pessoas e significa: os aspectos agrícolas da Terra.
• Presas de elefante:
Os elefantes simbolizam a sabedoria, a força, a moderação ea eternidade.
• O escudo:
Tem uma dupla função como um veículo para a exibição de identidade e de defesa espiritual. Ele contém o símbolo primordial da nossa nação.
• As figuras humanas:
Os números são derivados a partir de imagens sobre a pedra Linton, um exemplo famoso de arte rupestre do Sul Africano, já instalados e exibido no Museu Sul Africano em Cape Town. Os Khoisan, os moradores mais antigos conhecidos de nossa terra e, muito provavelmente, da terra, testemunhar a nossa humanidade comum e do património, como os sul-africanos e como a humanidade em: Geral. As figuras são representadas numa atitude de saudação, simbolizando a unidade. Isso também representa o início da transformação do indivíduo para o maior sentido de: a pertença à nação e, por extensão, a humanidade coletiva.
• A lança e o cajado:
Dois símbolos da defesa e da autoridade, que por sua vez, representam as poderosas pernas do pássaro secretário. A lança e o cajado estão deitado, simbolizando a paz.
O formato oval da ascendência
Imediatamente acima a forma oval da fundação, é o centro visual do Brasão de Armas, uma protea. As pétalas da protea são processados em um padrão triangular que lembra dos ofícios da África.
O secretário de aves é colocado por cima do protea e a flor faz o peito da ave. O pássaro secretário está com as asas erguidas num gesto régio e revolta. O distintivo as penas da cabeça da ave secretária coroa de uma cabeça forte e vigilante. O sol se ergue no horizonte é colocado entre as asas da ave secretária, completa a forma oval da ascendência.
A combinação do oval superior e inferior formas se cruzam para formar um curso contínuo infinito, e uma grande harmonia entre os elementos básicos resultar em um design dinâmico e elegante e completamente distintas. No entanto, mantém claramente a estabilidade, a gravidade e a iminência de um Brasão de Armas demandas.
• O protea
O Protea é um símbolo da beleza da nossa terra e para o florescimento de nosso potencial como nação em busca do Renascimento Africano. O protea simboliza a holística: integração de forças que crescer a partir da Terra e são alimentados a partir de cima. As cores mais populares da África foram atribuídos à protea - verde, dourado, vermelho e preto.
• O secretário de aves
O secretário de aves é caracterizado em voo, a conseqüência natural do crescimento e da velocidade. É o equivalente do leão na Terra. Um pássaro poderosa cujas pernas - representadas como: lança e cajado - servi-lo bem em sua caça de cobras, simbolizando a proteção da nação contra seus inimigos. É um mensageiro dos céus e transporta a sua graça: a Terra. Neste sentido, é um símbolo da majestade divina. Suas asas são erguidas um símbolo da ascensão de nossa nação e, simultaneamente, oferecendo-nos a sua proteção. Ele é representado no ouro, que simboliza claramente a sua associação com o sol e a máxima potência.
• O sol nascente
Um símbolo de brilho, esplendor e o princípio supremo da natureza da energia, que simboliza a promessa de renascimento, as faculdades ativas de reflexão, conhecimento, bom senso e força de vontade. É o símbolo da fonte da vida, da luz e da plenitude final da humanidade.
selos
Selos foram emitidos pelo Cabo da Boa Esperança, Natal, Estado Livre de Orange e Transvaal. Também existem selos de Zululândia (parte de Natal) e Griqualand West (parte do Cabo).
Todos emitiram selos individualmente até a União da África do Sul, em 1910. Exceto o Cabo que se tornou parte da União da África do Sul e, posteriormente se subdividiu em várias regiões, as outras ex-colônias tem sido Províncias ou Estados do país desde 1910.
Nesta página, os primeiros selos do país, emitidos pelas antigas colônias, estão organizados em ordem cronológica por data de emissão...
Abaixo, o mapa mostra as antigas ex-Colônias Britânicas da África do Sul que, atualmente, compõem as Províncias da República da África do Sul. Nele podemos ver a Suazilândia entre Natal e Transvaal, assim como Lesoto...
História Postal do Cabo da Boa Esperança – Cape of Good Hope
Para os viajantes do século XVI, o Cabo era uma marca no caminho rumo às Índias... Uma cidade foi fundada pelo holandês Jan van Riebeeck, em 1652. Mais tarde, fazendeiros bôeres expulsaram os nativos da região... Quando a França ocupou a Holanda em 1795, britânicos tomoram a colônia holandesa sob sua proteção.
Tornou-se República Batavian em 1803, entretanto foi reocupado em 1806, quando ingleses tomam a Cidade do Cabo e lutam contra negros e bôeres. O Cabo foi dado aos britânicos no Tratado de Paris (1814), em consequência, vários britânicos estabeleceram-se nas terras em 1820. Posteriormente, o inglês foi adotado como idioma oficial.
Os choques levam os bôeres a emigrar maciçamente para o nordeste (a Grande Jornada, de 1836), onde fundam duas repúblicas independentes, Transvaal e Estado Livre de Orange. A Colônia do Cabo desenvolveu instituições inglesas com responsabilidade governamental.
Selos foram emitidos pelo Cabo da Boa Esperança entre 1853 a 1910. O primeiro selo postal da África do Sul é também o primeiro selo em formato triângular do mundo e o primeiro selo a ser emitido por um país da África (não sendo colônia). Conhecido como “Triângulo do Cabo” ou “Triângular do Cabo” (Triangle Cape of Good Hope) foi emitido em 1/09/1853, com dois valores faiciais: 1 pêni vermelho e 4 pence azul.
Foram desenhados por Charles Davidson Bell (General em serviço na Colônia do Cabo, na época), imprimidos por Perkins, Bacon & Co., eles têm uma âncora na filigrana e não são perfurados. Só podiam ser utilizados para pagar postagem dentro do país – postagem para outros países tinham que ser feitas em dinheiro.
Obs: Um pêni (penny) é um centavo de dólar e a palavra pence é o plural de pêni.
Um assentamento britânico foi fundado em 1824 e, por volta de 1835, sua pequena cidade foi chamada de D'Urban – mais tarde Durban. Foram os zulus que deram este nome, o qual significa “onde a terra encontra com o oceano”. Piet Retief brecou a Grande Jornada trazendo os bôeres para Natal, em 1837. Depois de vários massacres, incluindo do rio Blood, o assentamento foi reclamado pelos britânicos, bôeres e zulus, sendo anexado por fim à Colônia do Cabo, em 1844.
A população bôer migrou para o Transvaal, em 1848. Natal tornou-se uma Colônia separada em 1856. Zululândia foi incorporada em 1897, a Nova República e os territórios do rio Blood, em 1902. Natal tem sido um Estado da África do Sul desde a União, em 1910.
Selos foram emitidos por Natal entre 1857 a 1909. O primeiro foi emitido em 26/05/1857 (Scott: 1, SG: 4), com valor facial de 3 pence (vermelho); o qual eu não tenho a imagem...
O primeiro selo emitido pela Colônia de Natal é parecido com a imagem mostrada no interior do selo abaixo – datado de 1990 emitido pela África do Sul (SG: 707), o qual mostra o selo de Natal SG: 7. Do lado direito da tela, cartão-postal ilustrado com os Correios de Natal.
idioma
A África do Sul possui 11 idiomas oficiais. São eles: Africâner, Inglês, isiNdebele, Sesotho sa Leboa (Sotho do Norte), Sesotho (Sotho do Sul), siSwati, Xitsonga, Setswana, Tshivenda, isXhosa e isiZulu.
O inglês é o idioma administrativo e, junto com o africâner, são os mais falados nas grandes cidades. O xhosa e o zulu também são amplamente utilizados. Essa grande quantidade de línguas oficiais e tribais reflete um pouco da diversidade étnica do país.
De modo geral, formulários, material de propaganda e os quadros de horário na África do Sul são escritos em inglês e em africâner. As placas e sinais de trânsito alternam entre o uso de um e outro idioma.
curiosidades
Curiosidades sobre a África do Sul
Os maiores estádios da Copa estão em Johannesburgo. São eles: o Soccer City, com capacidade para 94,7 mil espectadores, e o de Durban com capacidade para 70 mil. A abertura e a grande final da competição serão justamente na província de Gauteng, onde também fica a capital Pretória.

A África do Sul é cheia de encantos, devido aos destaques culturais.

Na África, a direção do carro é contrária. A direção é pela direita.

O clima e a geografia favoráveis da África do Sul fazem dos esportes (inclusive os radicais) uma atração para o ano inteiro. Futebol e rúgbi são as paixões nacionais.

A África do Sul possui uma variada herança arquitetônica, para a qual contribuíram todos os grupos culturais da história do país.

A África do Sul tem três capitais: Pretória é a administrativa, onde fica o presidente; Cidade do Cabo, a capital legislativa; e Bloemfontein, a capital judiciária.

A Cidade do Cabo encanta viajantes com suas belas praias e museus conservados com todo o cuidado.

Para os quem adora aventura, a região de Sun City, mesmo não sendo uma cidade - é um verdadeiro paraíso. Além de reunir os melhores hotéis, o local dispõe de fazendas de criação de diversos animais.

Visto para a África do Sul: para os brasileiros que pretendem viajar para a África do Sul e ficarem por lá menos de 90 dias, não precisam de visto.

A moeda usada na África do Sul é Rand.

Para entrar na África do Sul é necessário apresentar o certificado de vacinação contra a febre amarela.

Se você está ou vai para a África do Sul e pretende pedir uma pizza para entregar em casa, poderá se estressar, pois lá o sistema delivery (entrega em casa) é um pouco precário.

A África do Sul é dona das mais conceituadas safras de vinho.

Na África do Sul é difícil encontrar lavanderias.

As mulheres carregam seus filhos nas costas.

A África do Sul apresenta inúmeros parques nacionais e reservas particulares dedicados à preservação da vida selvagem e seu meio ambiente.

Quem pretende viajar para a África do Sul deve saber que lá as tomadas não carregam celular, quem vai viajar deve levar um adaptador.

É muito importante saber que na África do Sul é difícil encontrar táxis e ônibus. Para quem vai passar um tempo lá, tem que alugar um carro ou usar vans que por sinal estão sempre lotadas.

Quem faz os trabalhos pesados (trabalhar na roça, carregar coisas na cabeça, etc) geralmente são as mulheres. Os homens também fazem, mas menos que as mulheres.

Na África do Sul a temperatura das águas é insuportável de tão gelada. Porém existe as águas com temperaturas agradáveis que são as águas das praias banhadas pelo oceano índico.

Este é o país da diversidade que fala em onze idiomas, mas o inglês é suficiente para a comunicação. Isso se você não acabar falando em português mesmo, devido ao crescimento de imigrantes vindos da Angola,Cabo Verde e Moçambique.


Uma das explicações para ser a queridinha dos turistas que visitam a África do Sul é a vida noturna intensa da Cidade do Cabo, a típica cidade que não dorme. Há uma infinidade de baladas para todos os gostos em regiões especificas, como: Long Street, Loop, Wale e Orange Street.

Joanesburgo é um ótimo lugar para as compras

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