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quarta-feira, 23 de junho de 2010



hino
Nas cinco línguas oficiais da África do Sul

Nkosi sikelel' iAfrika
Maluphakanyisw' uphondo lwayo,
AYizwa imithandazo yethu,
Nkosi sikelela, thina lusapho lwayo.

Morena boloka setjhaba sa heso,
O fedise dintwa le matshwenyeho,
O se boloke, O se boloke setjhaba sa heso,
Setjhaba sa South Afrika - South Afrika.

Uit die blou van onse hemel,
Uit die diepte van ons see,
Oor ons ewige gebergtes,
Waar die kranse antwoord gee,

Sounds the call to come together,
And united we shall stand,
Let us live and strive for freedom,
In South Africa our land.
Tradução para o português

Deus abençoe a África
Que suas glórias sejam exaltadas
Ouça nossas preçes
Deus nos abençoe, porque somos seus filhos

Deus, cuide de nossa nação
Acabe com nossos conflitos
Nos proteja, e proteja nossa nação
À África do Sul, nação África do Sul

Dos nossos céus azuis
Das profundezas dos nossos mares
Sobre as grandes montanhas
Onde os sons se ecoem

Soa o chamado para nos unirmos
e juntos nos fortalecermos
Vamos viver e lutar pela liberdade
Na África da Sul a nossa terra.

A bandeira nacional da República da África do Sul foi adotada a 26 de Abril de 1994. A bandeira foi concebida pelo Armeiro de Estado, F. Brownell. Uma tentativa anterior de criar uma nova bandeira, pedindo sugestões ao público, não se revelou bem sucedida.
Apesar da sua novidade, a bandeira revelou-se um excelente símbolo nacional, mesmo entre os sul-africanos de pele branca, cuja bandeira veio substituir, e pode ser hoje vista com regularidade em eventos desportivos e afins.
As melhores formas de descrever a bandeira é como duas bandas horizontais de vermelho (topo) e azul, separadas por uma banda central [verde] que tem a forma de um Y horizontal, cujos braços terminam nos cantos do lado da tralha. O Y delimita um triângulo isósceles preto, separado dele por listas amarelas estreitas. As bandas vermelha e azul estão separadas da área verde por listas brancas estreitas.
As cores da bandeira tem cada uma seu significado. O vermelho significa o sangue do povo, o azul representa o céu, as cores preto e branco significam as raças negra e branca, o verde representa as florestas e o amarelo é ouro. A África do Sul é um dos maiores produtores do metal precioso no mundo.
símbolos
Bandeira do Estado Livre de Orange/wiki/Ficheiro:FIAV_historical.png
A bandeira do Estado Livre de Orange (ELO) foi concebida em 1856 e adoptada oficialmente a 23 de Fevereiro de 1857 no terceiro aniversário da república. A bandeira nacional do ELO é constituída por sete faixas horizontais alternadas de laranja e branco, ficando o branco nas extremidades, e tendo no cantão uma versão da bandeira da Holanda. A antiga bandeira da África do Sul (1927-1994) contém na faixa branca uma bandeira do ELO na vertical. É provável que a bandeira do ELO, bem como outras bandeiras dessa época, tenha sido remotamente inspirada na bandeira dos Estados Unidos.

hino
armas
Brasão de armas da África do Sul
Brasão de Armas da África do Sul.
O atual desenho Brasão de Armas tem uma série de elementos organizados em diferentes formas simétricas de ovo, ou oval, colocada uma em cima da outra. A estrutura completa do Brasão de Armas reúne um ovo maior e um menor em um símbolo do infinito. O caminho que liga a extremidade inferior da rolagem, através das linhas das presas, com o horizonte acima do sol nascente e no topo, tem a forma do ovo cósmico de onde nasce o pássaro secretário. No sentido simbólico, este é o renascimento do espírito da nação grande e heróico da África do Sul.
O brasão de armas é também uma parte central do Grande Selo, tradicionalmente considerado o maior símbolo do Estado. A autoridade absoluta é dada a cada documento com a impressão do Grande Selo sobre isso, pois isso significa que ele tenha sido aprovado pelo presidente sul-africano.
O novo Brasão de Armas da África do Sul foi lançado no Dia da Liberdade, 27 de abril de 2000, em substituição ao modelo antigo, que foi criado na época do apartheid. A mudança reflete o objetivo do governo de salientar a mudança democrática na África do Sul e um novo sentimento de patriotismo.
origem
A África do Sul é um país extenso, com grande diversidade de habitates e povos que, ao longo dos séculos, foram deixando as suas marcas. Por essa razão a história da África do Sul - que, de acordo com o conhecimento mais recente, pode bem ser o “berço da humanidade” – está relativamente bem documentada e plena de acontecimentos com importância para todo o mundo:
• vários sítios que foram considerados Património Mundial, entre os quais vários sítios com importância histórica, e
• foi contemplada com 5 Prémios Nobel, principalmente nos anos que antecederam ou vieram imediatamente a seguir à queda do apartheid, sendo 3 Nobel da Paz:
• o bispo anglicano Desmond Tutu, em 1984, pelos seus esforços pacíficos contra o regime do apartheid[1];
• o último presidente do apartheid, Frederik de Klerk, em 1993[2], que o recebeu em conjunto com
• Nelson Mandela, que foi o primeiro presidente do pós-apartheid e
• dois Prémios Nobel de Literatura, o primeiro, em 1991, Nadine Gordimer e, em 2003, John Maxwell Coetzee.
Pré-história
Os sítios com fósseis de hominídeos de Sterkfontein, Swartkrans, Kromdraai e arredores foram inscritos pela UNESCO em 1999 na lista das propriedades que são Património Mundial. Nesta região foram encontrados fósseis que permitem considerá-la como o “berço da humanidade”, entre os quais os mais importantes são "Mrs. Ples", um esqueleto quase completo de um Australopithecus africanus com 2,3 a 2,8 milhões de anos de idade e, mais recentemente, "Little Foot", outro exemplar, também considerado uma espécie de Australopithecus, mas este com mais de 3 milhões de anos.
Estas descobertas corroboraram a conclusão de Raymond Dart que, em 1924, deu ao "Crânio Infantil de Taung" (“Taung Child”, em inglês) o nome de Australopithecus africanus, que ele considerou ser uma espécie nova e, possivelmente o “elo perdido” da evolução entre os símios e os seres humanos.
Foram ainda encontrados em Swartkrans restos de animais e instrumentos de pedra e osso, dos mais antigos que se conhecem, datados entre 1,7 e um milhão de anos, a maioria pertencente à espécie (Australopithecus) , o que significa vestígios do período Paleolítico. Swartkrans foi também o primeiro local em África onde se encontraram restos de espécies já extintas do género Homo, principalmente da espécie Homo ergaster que se pensa ser o antepassado mais próximo do Homo sapiens.
Outros vestígios de antigas culturas são as pinturas rupestres, das quais se têm encontrado bastantes na África Austral. No Drakensberg, existem cavernas e abrigos na rocha com a maior colecção de arte rupestre a sul do Sahara, que se pensa terem sido feitas pelos povos Khoisan, ao longo dum período de mais de 4000 anos.
Nos séculos I a IV, a região começou a ser invadida pelos bantus (ver expansão bantu), que eram agricultores e já conheciam a metalurgia do ferro. A base da economia dos bantu era a agricultura, principalmente de cereais locais, como a mapira (sorgo) e a mexoeira; a olaria, tecelagem e metalurgia encontravam-se também desenvolvidas, mas naquela época a manufactura destinava-se a suprir as necessidades familiares e o comércio era efectuado por troca directa. Artefactos de ferro e cerâmica, assim como túmulos, são frequentes e permitem conhecer um pouco desta época.
A partir do século V, provavelmente derivada do aumento demográfico e da produção e manufatura, usada na troca com outros povos, a organização social dos Bantu tornou-se mais complexa. Estas sociedades deixaram vestígos de cidades organizadas em classes, com palácios para a classe dirigente, amuralhados para os proteger e restos de casas mais simples, da classe trabalhadora. Um excelente exemplo destes vestígios é a Paisagem Cultural de Mapungubwe, na província do Limpopo, que foi considerada Património da Humanidade.
brasão
O símbolo do Brasão de Armas
O lema do verde é prorrogado por pares de presas de elefante. Dentro dele há duas espigas de trigo e um escudo dourado com arte rupestre Khoisan saudação de duas figuras humanas a partir da pedra Linton. Acima do escudo há um cajado cruzado com uma lança, protea, pássaro secretário, e um sol nascente.

O formato oval da fundação
O primeiro elemento é o lema, no semicírculo verde. Completando o semicírculo dois pares simetricamente colocado de presas de elefante apontando para cima. Dentro da forma oval formada pelas presas duas espigas de trigo simétricas, que, no quadro de transformar um escudo de ouro colocado no centro.
A forma do escudo faz referência ao tambor, e contém duas figuras humanas de arte rupestre Khoisan. Os números são representados de frente para um outro em saudação e na unidade.
Sobre o escudo há uma lança e um cajado, atravessado em uma única unidade. Estes elementos estão dispostos harmoniosamente para fornecer o foco para o escudo e completar a parte inferior da oval de fundação.
• O lema:
O lema é:! Ke e: xarra / ke / escrito na linguagem do povo Khoisan / Xam, que literalmente significa "unir pessoas diferentes". Ele aborda cada esforço individual para conseguir a unidade entre pensamento e ação. Em uma escala coletiva que chama para a nação a se unir em um sentido de pertença e orgulho nacional - a unidade na diversidade.
• As espigas de trigo:
Um símbolo de fertilidade, mas também simboliza a idéia de germinação, crescimento e desenvolvimento de qualquer potencial. Relaciona-se com a alimentação das pessoas e significa: os aspectos agrícolas da Terra.
• Presas de elefante:
Os elefantes simbolizam a sabedoria, a força, a moderação ea eternidade.
• O escudo:
Tem uma dupla função como um veículo para a exibição de identidade e de defesa espiritual. Ele contém o símbolo primordial da nossa nação.
• As figuras humanas:
Os números são derivados a partir de imagens sobre a pedra Linton, um exemplo famoso de arte rupestre do Sul Africano, já instalados e exibido no Museu Sul Africano em Cape Town. Os Khoisan, os moradores mais antigos conhecidos de nossa terra e, muito provavelmente, da terra, testemunhar a nossa humanidade comum e do património, como os sul-africanos e como a humanidade em: Geral. As figuras são representadas numa atitude de saudação, simbolizando a unidade. Isso também representa o início da transformação do indivíduo para o maior sentido de: a pertença à nação e, por extensão, a humanidade coletiva.
• A lança e o cajado:
Dois símbolos da defesa e da autoridade, que por sua vez, representam as poderosas pernas do pássaro secretário. A lança e o cajado estão deitado, simbolizando a paz.
O formato oval da ascendência
Imediatamente acima a forma oval da fundação, é o centro visual do Brasão de Armas, uma protea. As pétalas da protea são processados em um padrão triangular que lembra dos ofícios da África.
O secretário de aves é colocado por cima do protea e a flor faz o peito da ave. O pássaro secretário está com as asas erguidas num gesto régio e revolta. O distintivo as penas da cabeça da ave secretária coroa de uma cabeça forte e vigilante. O sol se ergue no horizonte é colocado entre as asas da ave secretária, completa a forma oval da ascendência.
A combinação do oval superior e inferior formas se cruzam para formar um curso contínuo infinito, e uma grande harmonia entre os elementos básicos resultar em um design dinâmico e elegante e completamente distintas. No entanto, mantém claramente a estabilidade, a gravidade e a iminência de um Brasão de Armas demandas.
• O protea
O Protea é um símbolo da beleza da nossa terra e para o florescimento de nosso potencial como nação em busca do Renascimento Africano. O protea simboliza a holística: integração de forças que crescer a partir da Terra e são alimentados a partir de cima. As cores mais populares da África foram atribuídos à protea - verde, dourado, vermelho e preto.
• O secretário de aves
O secretário de aves é caracterizado em voo, a conseqüência natural do crescimento e da velocidade. É o equivalente do leão na Terra. Um pássaro poderosa cujas pernas - representadas como: lança e cajado - servi-lo bem em sua caça de cobras, simbolizando a proteção da nação contra seus inimigos. É um mensageiro dos céus e transporta a sua graça: a Terra. Neste sentido, é um símbolo da majestade divina. Suas asas são erguidas um símbolo da ascensão de nossa nação e, simultaneamente, oferecendo-nos a sua proteção. Ele é representado no ouro, que simboliza claramente a sua associação com o sol e a máxima potência.
• O sol nascente
Um símbolo de brilho, esplendor e o princípio supremo da natureza da energia, que simboliza a promessa de renascimento, as faculdades ativas de reflexão, conhecimento, bom senso e força de vontade. É o símbolo da fonte da vida, da luz e da plenitude final da humanidade.
selos
Selos foram emitidos pelo Cabo da Boa Esperança, Natal, Estado Livre de Orange e Transvaal. Também existem selos de Zululândia (parte de Natal) e Griqualand West (parte do Cabo).
Todos emitiram selos individualmente até a União da África do Sul, em 1910. Exceto o Cabo que se tornou parte da União da África do Sul e, posteriormente se subdividiu em várias regiões, as outras ex-colônias tem sido Províncias ou Estados do país desde 1910.
Nesta página, os primeiros selos do país, emitidos pelas antigas colônias, estão organizados em ordem cronológica por data de emissão...
Abaixo, o mapa mostra as antigas ex-Colônias Britânicas da África do Sul que, atualmente, compõem as Províncias da República da África do Sul. Nele podemos ver a Suazilândia entre Natal e Transvaal, assim como Lesoto...
História Postal do Cabo da Boa Esperança – Cape of Good Hope
Para os viajantes do século XVI, o Cabo era uma marca no caminho rumo às Índias... Uma cidade foi fundada pelo holandês Jan van Riebeeck, em 1652. Mais tarde, fazendeiros bôeres expulsaram os nativos da região... Quando a França ocupou a Holanda em 1795, britânicos tomoram a colônia holandesa sob sua proteção.
Tornou-se República Batavian em 1803, entretanto foi reocupado em 1806, quando ingleses tomam a Cidade do Cabo e lutam contra negros e bôeres. O Cabo foi dado aos britânicos no Tratado de Paris (1814), em consequência, vários britânicos estabeleceram-se nas terras em 1820. Posteriormente, o inglês foi adotado como idioma oficial.
Os choques levam os bôeres a emigrar maciçamente para o nordeste (a Grande Jornada, de 1836), onde fundam duas repúblicas independentes, Transvaal e Estado Livre de Orange. A Colônia do Cabo desenvolveu instituições inglesas com responsabilidade governamental.
Selos foram emitidos pelo Cabo da Boa Esperança entre 1853 a 1910. O primeiro selo postal da África do Sul é também o primeiro selo em formato triângular do mundo e o primeiro selo a ser emitido por um país da África (não sendo colônia). Conhecido como “Triângulo do Cabo” ou “Triângular do Cabo” (Triangle Cape of Good Hope) foi emitido em 1/09/1853, com dois valores faiciais: 1 pêni vermelho e 4 pence azul.
Foram desenhados por Charles Davidson Bell (General em serviço na Colônia do Cabo, na época), imprimidos por Perkins, Bacon & Co., eles têm uma âncora na filigrana e não são perfurados. Só podiam ser utilizados para pagar postagem dentro do país – postagem para outros países tinham que ser feitas em dinheiro.
Obs: Um pêni (penny) é um centavo de dólar e a palavra pence é o plural de pêni.
Um assentamento britânico foi fundado em 1824 e, por volta de 1835, sua pequena cidade foi chamada de D'Urban – mais tarde Durban. Foram os zulus que deram este nome, o qual significa “onde a terra encontra com o oceano”. Piet Retief brecou a Grande Jornada trazendo os bôeres para Natal, em 1837. Depois de vários massacres, incluindo do rio Blood, o assentamento foi reclamado pelos britânicos, bôeres e zulus, sendo anexado por fim à Colônia do Cabo, em 1844.
A população bôer migrou para o Transvaal, em 1848. Natal tornou-se uma Colônia separada em 1856. Zululândia foi incorporada em 1897, a Nova República e os territórios do rio Blood, em 1902. Natal tem sido um Estado da África do Sul desde a União, em 1910.
Selos foram emitidos por Natal entre 1857 a 1909. O primeiro foi emitido em 26/05/1857 (Scott: 1, SG: 4), com valor facial de 3 pence (vermelho); o qual eu não tenho a imagem...
O primeiro selo emitido pela Colônia de Natal é parecido com a imagem mostrada no interior do selo abaixo – datado de 1990 emitido pela África do Sul (SG: 707), o qual mostra o selo de Natal SG: 7. Do lado direito da tela, cartão-postal ilustrado com os Correios de Natal.
idioma
A África do Sul possui 11 idiomas oficiais. São eles: Africâner, Inglês, isiNdebele, Sesotho sa Leboa (Sotho do Norte), Sesotho (Sotho do Sul), siSwati, Xitsonga, Setswana, Tshivenda, isXhosa e isiZulu.
O inglês é o idioma administrativo e, junto com o africâner, são os mais falados nas grandes cidades. O xhosa e o zulu também são amplamente utilizados. Essa grande quantidade de línguas oficiais e tribais reflete um pouco da diversidade étnica do país.
De modo geral, formulários, material de propaganda e os quadros de horário na África do Sul são escritos em inglês e em africâner. As placas e sinais de trânsito alternam entre o uso de um e outro idioma.
curiosidades
Curiosidades sobre a África do Sul
Os maiores estádios da Copa estão em Johannesburgo. São eles: o Soccer City, com capacidade para 94,7 mil espectadores, e o de Durban com capacidade para 70 mil. A abertura e a grande final da competição serão justamente na província de Gauteng, onde também fica a capital Pretória.

A África do Sul é cheia de encantos, devido aos destaques culturais.

Na África, a direção do carro é contrária. A direção é pela direita.

O clima e a geografia favoráveis da África do Sul fazem dos esportes (inclusive os radicais) uma atração para o ano inteiro. Futebol e rúgbi são as paixões nacionais.

A África do Sul possui uma variada herança arquitetônica, para a qual contribuíram todos os grupos culturais da história do país.

A África do Sul tem três capitais: Pretória é a administrativa, onde fica o presidente; Cidade do Cabo, a capital legislativa; e Bloemfontein, a capital judiciária.

A Cidade do Cabo encanta viajantes com suas belas praias e museus conservados com todo o cuidado.

Para os quem adora aventura, a região de Sun City, mesmo não sendo uma cidade - é um verdadeiro paraíso. Além de reunir os melhores hotéis, o local dispõe de fazendas de criação de diversos animais.

Visto para a África do Sul: para os brasileiros que pretendem viajar para a África do Sul e ficarem por lá menos de 90 dias, não precisam de visto.

A moeda usada na África do Sul é Rand.

Para entrar na África do Sul é necessário apresentar o certificado de vacinação contra a febre amarela.

Se você está ou vai para a África do Sul e pretende pedir uma pizza para entregar em casa, poderá se estressar, pois lá o sistema delivery (entrega em casa) é um pouco precário.

A África do Sul é dona das mais conceituadas safras de vinho.

Na África do Sul é difícil encontrar lavanderias.

As mulheres carregam seus filhos nas costas.

A África do Sul apresenta inúmeros parques nacionais e reservas particulares dedicados à preservação da vida selvagem e seu meio ambiente.

Quem pretende viajar para a África do Sul deve saber que lá as tomadas não carregam celular, quem vai viajar deve levar um adaptador.

É muito importante saber que na África do Sul é difícil encontrar táxis e ônibus. Para quem vai passar um tempo lá, tem que alugar um carro ou usar vans que por sinal estão sempre lotadas.

Quem faz os trabalhos pesados (trabalhar na roça, carregar coisas na cabeça, etc) geralmente são as mulheres. Os homens também fazem, mas menos que as mulheres.

Na África do Sul a temperatura das águas é insuportável de tão gelada. Porém existe as águas com temperaturas agradáveis que são as águas das praias banhadas pelo oceano índico.

Este é o país da diversidade que fala em onze idiomas, mas o inglês é suficiente para a comunicação. Isso se você não acabar falando em português mesmo, devido ao crescimento de imigrantes vindos da Angola,Cabo Verde e Moçambique.


Uma das explicações para ser a queridinha dos turistas que visitam a África do Sul é a vida noturna intensa da Cidade do Cabo, a típica cidade que não dorme. Há uma infinidade de baladas para todos os gostos em regiões especificas, como: Long Street, Loop, Wale e Orange Street.

Joanesburgo é um ótimo lugar para as compras


Religião

De acordo com o censo nacional de 2001, os cristãos representavam 79,7% da população do país. Isso inclui Cristãos Zion (11,1%), Pentecostais (Carismáticos) (8,2%), Católicos Romanos (7,1%), Metodistas (6,8%), Holandeses Reformados (6,7%), Anglicanos (3,8%); membros de outras igrejas cristãs representavam outros 36% da população. Os Muçulmanos representam 1,5% da população, Hindus cerca de 1,3%, e Judeus 0,2%. 15,1% não tinha qualquer filiação religiosa, 2,3% tinha outra religião e 1,4% não estavam especificados.[37][38][39]
Igrejas Indígenas Africanas eram os maiores entre os grupos cristãos. Acredita-se que muitas das pessoas que alegaram ter nenhuma afiliação com qualquer religião organizada, respeitam as religiões tradicionais indígenas. Muitos povos têm práticas religiosas sincréticas, combinando influências cristãs e indígenas.[40]
Não há nenhuma evidência de que o Islã tenha tido contato com os povos Zulu, Swazi ou Xhosa da costa leste, antes da era colonial. Muitos sul-africanos muçulmanos são descritos como mestiços, nomeadamente na província de Cabo Ocidental, especialmente aqueles cujos ancestrais vieram como escravos do arquipélago indonésio (os malaios do Cabo). Outros são descritos como indianos, nomeadamente em KwaZulu-Natal, incluindo aqueles cujos antepassados vieram como comerciantes do sul da Ásia; eles têm sido acompanhados por outros povos de outras partes da África, assim como brancos ou negros naturalizados sul-africanos. Sul-africanos muçulmanos afirmam que sua fé é a religião que mais cresce em conversão no país.[41]
A população hindu foi primeiramente estabelecida durante o período colonial britânico, mas depois as ondas de imigração da Índia, também têm contribuíram para o aumento dessa população. A maioria dos Hindus são etnicamente do Sul da Ásia.
Outras religiões minoritárias na África do Sul são sikhismo, o jainismo e a Fé Bahá'í.[38]
populaçaõ
A África do Sul possui uma população de mais de 43 milhões de habitantes. Há diversas categorias raciais. Elas são divididas em quatro: africano negro, branco, pardo e indiano ou asiático.

Africanos negros
A maior representação é a dos africanos negros, com cerca de 80% da população total. Os maiores grupos étnicos são o Zulu, Basotho, Bapedi, Venda, Tswana, Tsonga, Swazi e Ndebele, que não falam o inglês. Suas línguas são baseadas na língua do grupo Bantu.

Brancos
Já os brancos são, em sua maioria, descendentes de portugueses, holandeses, alemães, franceses, ingleses e escoceses. Respondem por aproximadamente 9,5% da população. São divididos entre os que falam afrikânes e os que falam inglês.

Pardos
Os pardos possuem um misto de descendências. Entre elas, é possível destacar a javanesa e a indiana, além da holandesa, inglesa e portuguesa. A maioria utiliza o afrikanês como língua oficial.

Indianos ou asiáticos
A maior parte da população asiática do país tem ascendência indiana. Há, ainda, um número considerável de descendentes chineses e vietnamitas.
limites
Mapa Político da África do Sul
- Extensão do território da África do Sul: 1.221.037 km²

- Cidades Principais: Pretória, Cidade do Cabo, Johanesburgo, Saldanha, Durban e East London.

- Limites geográficos: Namíbia, Botswana, Zimbabue, Moçambique e Suazilândia ao Norte. Sudeste banhada pelo Oceano Índico e Sudoeste banhada pelo Oceano Atlântico.

Esportes...



Os homens e as mulheres sul-africanos são bastante esportistas. Futebol é o esporte mais popular e outros esportes coletivos como o críquete, o rugby, o hockey e o netball são praticados em todo lugar na África do Sul.
Os sul-africanos se destacaram internacionalmente no golfe, futebol, natação, tênis, atletismo, surf, rugby e críquete.
O país possui centenas de campos de golfe, alguns deles com mais de um século de existência enquanto que outros são novíssimos, oferecendo aos praticantes, qualidade de classe mundial a preços bem acessíveis.
Existem locais excepcionais para caça, surf, mergulho, trilhas 4x4 e esportes de aventura também, como o bungee jumping mais alto do mundo, de 216 m, o famoso Bloukrans.
O país também é famoso pelas corridas de longa distância, como a Maratona Comrades, a Maratona Dois Oceanos e a corrida ciclística “The Argus Pick And Pay Cycle Tour”, que atraem milhares de participantes do mundo todo.

Cultura:Teatro, Cinema,Tv, Artes plasticas, Pontos turísticos, Escritores importantes

A cultura da África do Sul é influenciada pela diversidade étnica do país, o que pode ser apreciado na alimentação, na música e na dança.
Apesar de terem sofrido muita discriminação durante o apartheid, os mulatos tendem a relacionar-se mais com a cultura branca sul-africana do que com a negra, em particular a comunidade de língua afrikaans, cuja língua e crenças religiosas são semelhantes ou idênticas às dos bôeres brancos. Uma pequena minoria de "mulatos", conhecidos como malaios do Cabo, são muçulmanos.
Os asiáticos, predominantemente de origem indiana, preservam a sua própria herança cultural, línguas e crenças religiosas, professando ou o hinduísmo ou o islão sunita, e falando inglês, com línguas indianas como o Telugu ou o Gujarati a ser faladas com menos frequência. Existe uma comunidade chinesa bastante mais pequena, se bem que o seu número tenha vindo a crescer devido á imigração de Taiwan. Uma vez que os taiwaneses eram classificados como brancos e não como asiáticos durante o apartheid, eles tendem a ser em muitos aspectos mais semelhantes aos brancos do que aos outros asiáticos.
cinema tv
Charlize Theron (ʃɑ:rˈliːz ˈθɛɹən; 7 de agosto de 1975) é uma atriz, produtora e ex-modelo Sul-africana vencedora do Oscar.
Ela ficou conhecida no final dos anos 1990 após o seu papel nos filmes; Contrato de Risco, Poderoso Joe, O Advogado do Diabo e Regras da Vida. Ela recebeu muitos elogios e críticas, e o Oscar de Melhor Atriz, por sua interpretação da serial killer “Aileen Wuornos" no filme Monster - Desejo Assassino, assim, ela se tornou a primeira atriz sul-africana a ganhar um Oscar nessa categoria. Ela também recebeu uma indicação ao Oscar por seu desempenho no filme do Terra Fria.
No final de 2008 ela foi convidada para ser a mensageira da paz das Nações Unidas, pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon.
artes
Arte da África
A arte africana representa os usos e costumes das tribos africanas. O objeto de arte é funcional e expressam muita sensibilidade. Nas pinturas, assim como nas esculturas, a presença da figura humana identifica a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos. A escultura foi uma forma de arte muito utilizada pelos artistas africanos usando-se o ouro, bronze e marfim como matéria prima. Representando um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de adquirir forças mágicas, as máscaras têm um significado místico e importante na arte africana sendo usadas nos rituais e funerais. As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer a purificação e a ligação com a entidade sagrada, são modeladas em segredo na selva. Visitando os museus da Europa Ocidental é possível conhecer o maior acervo da arte antiga africana no mundo.
historia
As origens da história da arte africana está situada muito antes da história registrada. A arte africana em rocha no Saara, em Níger, conserva entalhes de 6000 anos.[1] As esculturas mais antigas conhecidas são dos Nok cultura da Nigéria, feitas por volta 500 d.C.. Junto com a África Subsariana, as artes culturais das tribos ocidentais, artefatos do Egito antigo, e artesanatos indígenas do sul também contribuíram grandemente para a arte africana. Muitas vezes, representando a abundância da natureza circundante, a arte foi muitas vezes interpretações abstratas de animais, vida vegetal, ou desenhos naturais e formas.
Métodos mais complexos de produção de arte foram desenvolvidos na África Subsariana, por volta do século X, alguns dos mais notáveis avanços incluem o trabalho de bronze do Igbo Ukwu e a terracota e trabalhos em metal de Ile Ife fundição em Bronze e latão , muitas vezes ornamentados com marfim e pedras preciosas, tornou-se altamente prestigiado, em grande parte da África Ocidental, às vezes sendo limitado ao trabalho dos artesãos e identificado com a realeza, como aconteceu com o Benin Bronzes.
arte africana atual
Muitas das chamadas artes tradicionais da África estão sendo ainda trabalhadas, entalhadas e usadas dentro de contextos tradicionais. Mas, como em todos os períodos da arte, importantes inovações também têm sido assimiladas, havendo uma coexistência dos estilos e modos de expressão já estabelecidos com essas inovações que surgem. Nos últimos anos, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações dentro do continente, um grande número de formas de arte tem sido disseminado por entre as diversas culturas africanas.
Além das próprias influências africanas, algumas mudanças têm sua origem em outras civilizações. Por exemplo, a arquitetura e as formas islâmicas podem ser vistas hoje em algumas regiões da Nigéria, em Mali, Burkina Faso e Niger. Alguns desenhos e pinturas do leste indiano têm bastante similaridade em suas formas com as esculturas e máscaras de artistas dos povos Dibibio e Efik que se estabelecem ao sul da Nigéria. Temas cristãos também tem sido observados nos trabalhos de artistas contemporâneos, principalmente em igrejas e catedrais africanas. Vê-se ainda na África, nos últimos anos, um desenvolvimento de formas e estruturas ocidentais modernas, como bancos, estabelecimentos comerciais e sedes governamentais.
Os turistas também tem sido responsáveis por uma nova demanda das artes, particularmente por máscaras decorativas e esculturas africanas feitas de marfim e ébano. O desenvolvimento das escolas de arte e arquitetura em cidades africanas, tem incentivado os artistas a trabalhar com novos meios, tais como cimento, óleo, pedras, alumínio, com uma utilização de diferentes cores e desenhos. Ashira Olatunde da Nigéria e Nicholas Mukomberanwa de Zimbábue estão entre os maiores patrocinadores desse novo tipo de arte na África. ok
As formas de arte africana

A pintura é empregada na decoração das paredes dos palácios reais, celeiros, das choupas sagradas. Seus motivos, muito variados, vão desde formas essencialmente geométricas até a reprodução de cenas de caça e guerra. Serve também para o acabamento das máscaras e para os adornos corporais. A mais importante manifestação da arte africana é, porém, a escultura. A madeira é um dos materiais preferidos. Ao trabalhá-la, o escultor associa outras técnicas (cestaria, pintura, colagem de tecidos).
As máscaras africanas
/wiki/Ficheiro:Gelede1.jpg /wiki/Ficheiro:Neide_da_Costa.jpegNeide da Costa tecelã do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, Salvador, Bahia
Os tecidos são lisos ou estampados, os bordados são rebordados com linhas e com pedras de vidro. Confeccionam roupas longas e gorros. A inventividade do bordado com pedras de vidro está muito espalhada nas populações da República da Nigéria. Os suportes para abanos, crinas e rabos de animais, também decoram com pedras de vidro, canudilhos e cauris.
Os tecidos e o vestuário chegaram a um desenvolvimento plástico considerável em zona de cultura urbana, assimilando muitos elementos da indumentária islâmica e outros introduzidos pelos europeus colonialistas. O tear horizontal, permitiu a confecção variada de tiras que posteriormente se juntam longitudinalmente para formar tecidos maiores. Deste tipo de confecção o mais característico é o chamado Kente, entre os Ashanti. Ainda entre estes tecidos está o estampado chamado Denkira, com figuras diferentes que se combinam para estruturar um desenho ou determinar um motivo fundamental. Os desenhos são imersos em uma tintura vegetal e impressos em tecido branco estendido em uma almofada.
O Alaká africano, conhecido como pano da costa no Brasil é produzido por tecelãs do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador, no espaço chamado de Casa do Alaká.
pontos turisticos
Introdução
A África do Sul, um dos países mais ricos e desenvolvidos do continente africano, concentra uma grande quantidade de pontos turísticos e culturais interessantes. Oferece também uma excelente rede hoteleira. Podemos encontrar em território sul-africano locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São diversos museus, parques naturais, monumentos, aquários, prédios históricos, galerias de arte e muito mais.Com a realização da Copa do Mundo de 2010, o país será alvo de milhares de turistas do mundo todo.
Principais pontos turísticos e culturais da África do Sul:
Na Cidade do Cabo
- Castelo da Boa Esperança
- Table Montain
- Jardins da Companhia
- Districto Six Museum
- Greenmarket Square
- Waterfront
- Robben Island
- Jardim Botânico Kirstenbosch
- Bo-Kaap
- Cabo da Boa Esperança
Em Pretória
- Strijdom Square
- City Hall
- Burgers Park
- Princes Park
- Springbok Park
- Jardim Botânico de Pretória
- Museu de Arte
- Church Square
- Jardim Zoológico Nacional da África do Sul
- National Cultural History and Open Air Museum
- Voortrekker Monument
- Menlyn Park
- Fort Klapperkop (base militar antiga)
- Union Buildings
- Estação Central (arquitetura colonial)
- Museu Transvaal
- Reserva Natural Wonderboom
Em Johanesburgo
- Museu do Apartheid
- Museu Hector Pieterson
- Gold Reef City (parque de diversões)
- Zoológico de Johanesburgo
- Galeria de Arte de Johanesburgo
- Museu da África
- Market Theatre
- Museu de Nelson Mandela e Casa de Mandela
- Sítio Arqueológico de Sterkfontein
Em Durban
- Teatro Elizabeth Sneddon
- Teatro Catalina
- Museu Marítimo
- Centro Africano de Arte
- Galeria de Arte KZNSA
- Aquário de Durban
- Parque Hluhluwe-Imfolozi
- Parque Santa Lúcia
- Praias
- Templo Hindu Alayam
- Mesquita Juma
Em Port Elizabeth
- Reserva Donkin
- Horse Memorial
- Forte Frederick
- Jardim Route
- Galeria de Arte Rei Jorge VI
- Museu Oceanográfico
Em Bloemfontein
- State President Swart Park
- King’s Park
- Freshford House Museum
- Museu Nacional
- Museu da Guerra dos Boeres
- Museu do Rugby
- Museu do batalhão de serviço especial
- Museu Agrícola do Estado Livre
- Museu dos Bombeiros
- Museu de Literatura Nacional
- Old Presidency
- First Raadsaal
- Catedral Anglicana
- Casa Maphikela
Em Rustenburgo
- Pilanesberg Game Reserve (parque e reserva florestal)
- Adventurous Fun
- Groot Marico
- Kgaswane Game Reserve (parque e reserva florestal)
- Royal Bafokeng Stadium (estádio sede da Copa do Mundo de 2010)
Em Nelspruit
- Mbombela Stadium (sede da Copa 2010)
- Jardim Botânico de Nelspruit
- Blyde River Canyon
- Parque Nacional Krueger
escritores importantes
Nadine Gordimer (Johannesburg, 20 de novembro de 1923) é autora de mais de 30 livros — em sua maioria, crônicas sobre a deterioração social que afetou seu país durante o regime do apartheid. Desde seu romance de estréia, The Lying Days (1953), até The Conservationist (1974), vencedora do Booker Prize, dedicou-se a dramatizar as difíceis escolhas morais surgidas numa sociedade marcada pela segregação racial.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1991 e, mais recentemente, a Legião da Honra, na França. Continua a explorar os problemas que assolam seu país em livros como "O engate" (2004) e "Beethoven Was One-Sixteenth Black", uma coletânea de contos ainda no prelo.
Obras
Ficção
• The Lying Days (1953)
• A World of Strangers (1958)
• Occasion for Loving (1963)
• The Late Bourgeois World (1966)
• A Guest of Honour (1970)
• The Conservationist (1974) - vencedor do Booker prize de 1974
• Burger's Daughter (1979)
• July's People (1982)
• A Sport of Nature (1987)
• My Son's Story (1990)
• None to Accompany Me (1994)
• The House Gun (1998)
• The Pickup (2001)
• Get a Life (2005)
Colectâneas de contos
• Face to Face (1949)
• Town and Country Lovers
• The Soft Voice of the Serpent (1952)
• Six feet of the Country (1956)
• Not for Publication (1965)
• Livingstone's Companions (1970)
• Selected Stories (1975)
• No Place Like: Selected Stories (1978)
• A Soldier's Embrace (1980)
• Something Out There (1984)
• Correspondence Course and other Stories (1984)
• The Moment Before the Gun Went Off (1988)
• Jump: And Other Stories (1991)
• Why Haven't You Written: Selected Stories 1950-1972 (1992)
• Loot: And Other Stories (2003)
hi... how are you??
Peças
• The First Circle (1949) publicado em Six One-Act Plays
Ensaios
• The Essential Gesture (1988)
• The Black Interpreters (1973)
• Writing and Being (1995)
Ronelda Kamfer

Ronelda Kamfer é uma poetisa sul-africana que escreve em afrikaans (ou africâner). Nasceu em Blackheath, na província do Cabo-Ocidental, a 11 de Junho de 1981.
Obra poética
Ronelda Kamfer está representada em diversas antologias de poesia na África do Sul, nos Países Baixos e em França.
2008: o seu primeiro livro de poemas, Noudat slapende honde, é lançado pela editora Kwela Boeke na Cidade do Cabo.
Prémios
En 2009, recebeu o Prémio Eugène-Marais da Académia sul-africana.
Traduções
Há vários de seus poemas traduzidos em francês e inglês.
Francês
Há 8 poemas traduzidos para o francês na revista Missives, Junho de 2009 (n° 253, Littératures d'Afrique du Sud)
Inglês
Karel Schoeman

Karel Schoeman é um escritor sul-africano de língua afrikaans ou africâner. Nasceu em Trompsburg, no Estado Livre de Orange, a 26 de Outubro de 1939.

Obra
Prémios
Traduções
Vários dos seus livros foram traduzidos para o alemão, francês, inglês, neerlandês e russo.
alemão
• In einem fremden Land (título original: 'n Ander land), traduzido do afrikaans por Gisela Stege, Knaus, Munique, 1993
francés
• En étrange pays (título original: ’n Ander land), traduzido a partir da versão inglesa por Jean Guiloineau, Robert Laffont 1991 e Éditions Phébus, Paris 2007.
• Tres contos, traduzidos do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, foram publicados na revista Caravanes n° 8 (Éditions Phébus, Paris 2003)
• Retour au pays bien-aimé (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2004.
• La Saison des adieux (título original: Afskeid en Vertrek), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2006. Prix Amphi 2006.
• Cette vie (título original: Hierdie lewe), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2009. Prix du Meilleur livre étranger 2009.
inglês
• Promised Land (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por Marion Friedmann, Julian Friedmann Publishers Limited, Londres 1978
• Another Country (título original: ’n Ander land), traduzido do afrikaans por David Schalkwyk, Sinclair-Stevenson, Londres 1991
• Take Leave and Go (título original: Afskeid en Vertrek), traduzido do afrikaans pelo autor, Sinclair-Stevenson, Londres 1992
• Miss Godby and the magistrate, extracto do romance Verliesfontein, in Michael Rice e Chris N. van der Merwe, A Century of Anglo-Boer War Stories, Jonathan Ball Publisher, Joanesburgo 1999
• This Life (título original: Hierdie lewe), traduzido do afrikaans por Elsa Silke, Human & Rousseau, Cidade do Cabo-Pretoria 2005
neerlandês
• Een ander land (título original: ’n Ander land), traduzido do afrikaans por Riet de Jong-Goossens, Uitgeverij Contact, Amsterdão 1993
• Merksteen: een dubbelbiografie (título original: Merksteen: 'n dubbelbiografie), traduzido do afrikaans por Riet de Jong-Goossens, Uitgeverij De Arbeiderspers, Amsterdão 2004
russo
• В родную страну (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por A. K. Slavinska, Edições do Progresso, Moscovo 1978
Teatro
Existem duas tradições teatrais estabelecidas na África do Sul: a africana — desenvolvida com o passar dos séculos — e a européia, introduzida na cultura da África há dois séculos e meio. Recentemente, uma nova tradição híbrida desenvolveu elementos contidos nas duas antigas.
O desenvolvimento das tradições contemporâneas tem sido influenciado pelas raízes européias. A nova tradição, no entanto, é ancorada na forma de desempenho da tradição africana, apresentando características com interessantes variações urbanas populares.

Música, Literatura e Gastronomia.



Música
Existe uma grande diversidade na música da África do Sul. Muitos músicos negros que cantavam em africâner ou inglês durante o apartheid passaram a cantar em línguas africanas tradicionais, e desenvolveram um estilo único chamado kwaito. Digna de nota é Brenda Fassie, que alcançou fama graças à sua canção "Weekend Special", cantada em inglês. Músicos tradicionais famosos são os Ladysmith Black Mambazo, e o Quarteto de Cordas do Soweto executa música clássica com sabor africano. Os cantores sul-africanos brancos e mestiços tendem a evitar temas musicais tradicionais africanos, preferindo estilos mais europeus. Existe um bom mercado para música africâner, que cobre todos os géneros da música ocidental.
literatura
Nobel de Literatura
(Redirecionado de Prêmio Nobel da Literatura)
O Nobel de Literatura (em sueco: Nobelpriset i litteratur) é um prêmio (português brasileiro) ou prémio (português europeu) literário concedido anualmente desde 1901. É atribuído a um autor de qualquer nacionalidade que, de acordo com as palavras do próprio Alfred Nobel, criador da distinção, tenha produzido, através do campo literário, o mais magnífico trabalho em uma direção ideal (originalmente do sueco: den som inom litteraturen har producerat det utmärktaste i idealisk riktning). O "trabalho" referido aqui significa, para Nobel, a obra inteira desse escritor, seus principais livros, sua mentalidade, seu estilo e suas filosofias, não distinguindo uma obra em particular.
A Academia Sueca é quem escolhe esse escritor e o anuncia no começo do mês de outubro de cada ano. Para muitos, é esse o maior e mais distinto prêmio que um escritor ou uma escritora pode receber dentro do ramo da literatura.
O prémio/prêmio é por vezes consensual e por vezes polêmico (português brasileiro) ou polémico (português europeu) , já que muitos consideram que tem ignorado autores mundialmente reconhecidos. Alguns especialistas assinalam que grandes autores clássicos do século XX não receberam o prémio. Segundo David Remnick, director de la revista The New Yorker, escritores como Marcel Proust, James Joyce ou Vladimir Nabokov deveriam ter recebido a distinção.[1] Críticos literários como Emmanuel Carballo e Sergio Nudelstejer juntam a esta lista os nomes de Franz Kafka ou Jorge Luis Borges.[2] Adolfo Castañón inclui ainda Julio Cortázar e Juan Carlos Onetti.[2]Kjell Espmark, membro da Academia Sueca, indica numa obra sua mais nomes omitidos como Liev Tolstói, Émile Zola, Henrik Ibsen ou Paul Valéry, para mencionar apenas alguns.[3]
Dois dos galardoados com o prémio recusaram-no: Boris Pasternak (1958), por forte pressão do governo soviético, e Jean-Paul Sartre (1964), que alegou que a sua aceitação implicaria perder a sua identidade de filósofo
gastronomia
A culinária da África do Sul é bastante variada. Deriva:
• Dos costumes indígenas de tribos como os Khoisan, Xhosa e Sotho;
• Dos costumes estrangeiros introduzidos durante a época colonial por descendentes afrikaners e britânicos, assim como por seus escravos e serventes - isto inclui as influências da culinária malaia dos povos provenientes da Malásia e de Java.

Emissoras e como acontecerá a transmissão via satelites:cbers



Audiência da Copa do Mundo da África pela TV deve ser recorde, diz Fifa
Fifa estima que 30 bilhões de pessoas acompanhem pela TV a primeira Copa realizada no Continente Africano.
30 bilhões de pessoas devem acompanhar Copa do Mundo da África pela televisão, prevê Fifa
JOANESBURGO — As estimativas da Federação Internacional de Futebol (Fifa) são de que 30 bilhões de pessoas devem acompanhar pela TV a primeira Copa realizada no Continente Africano. O número, um recorde histórico da competição, considera a soma da previsão de audiência de todos os 64 jogos deste Mundial. Na última Copa, na Alemanha, em 2006, 26,3 bilhões de espectadores assistiram aos jogos, em 214 países.

Para a transmissão das partidas, profissionais de mídia de todo mundo estão na África do Sul. Em Joanesburgo, uma megaestrutura foi montada ao lado do Estádio Soccer City para os 16 mil jornalistas, radialistas e técnicos credenciados para a Copa do Mundo.

Do lado de fora do Centro de Transmissão Internacional (IBC, na sigla em inglês), centenas de antenas parabólicas estão apontadas para satélites estrategicamente posicionados para a transmissão ao vivo dos jogos e de outros eventos que ocorrem na África do Sul.

O repórter Khandaker Monzurul, por exemplo, veio de Bangladesh, que nunca participou de uma Copa do Mundo. Ele diz, entretanto, que empresas de seu país enviaram cerca de 300 pessoas para trabalhar na cobertura do evento. “Nosso país está parado por causa do Mundial”, disse. “Lá, todos estão divididos entre o Brasil e a Argentina”, completou.

O técnico em transmissão via satélite Paulo Miguel da Silva, de uma emissora de TV portuguesa, disse que a seleção de seu país é apontada como candidata ao título na África do Sul. Por isso, segundo ele, três dos quatro maiores canais de televisão do país estão transmitindo os jogos da Copa. “Em Portugal, a Copa é tão importante quanto no Brasil. O problema é que só vocês [os brasileiros] ganham”, disse sorrindo.

Copa inclusiva
A Copa do Mundo de 2010 é a primeira da história adaptada a necessidades de portadores de deficiência visual e auditiva. Nos estádios onde estão ocorrendo as partidas da Copa, eles recebem assistência especial e podem acessar as transmissões dos jogos adaptadas às suas necessidades no site da Federação Internacional de Futebol (Fifa):

Seis dos dez estádios sul-africanos que recebem jogos têm, cada um, quinze lugares reservados exclusivamente a deficientes visuais. Durante 19 dos 64 jogos desta Copa, quem tem problema de visão pode acompanhar as partidas por meio de transmissão direta de áudio para fones de ouvido fornecidos pela Fifa. Seis voluntários estão designados para auxiliar o deficiente visual nos locais de jogos.

Os deficientes auditivos podem acompanhar a todos os 64 jogos da Copa em transmissões comentadas em linguagem de sinais por meio do site da Fifa. A iniciativa é uma parceria da entidade com as associações de portadores de deficiência auditiva da África do Sul.

Segundo o presidente da Fifa, Joseph Blatter, a adaptação de estádios e transmissões é mais um passo para a popularização total do futebol. “O futebol é um esporte universal e tem de ser acessível a todos", afirmou, em comunicada da entidade.

De acordo com a Fifa, 70 milhões de deficientes auditivos em todo o mundo terão acesso às transmissões adaptadas no site da entidade.
CBERS

CBERS-2B completa 2 anos em órbita
17/09/2009
No dia 19 de setembro, completa dois anos em órbita o CBERS-2B, terceiro satélite lançado pelo Programa CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, na sigla em inglês).

O CBERS-2B possui três câmeras imageadoras a bordo: CCD, WFI e HRC. Esta diversidade de câmeras atende a múltiplas necessidades - do planejamento urbano, que requer alta resolução espacial, a aplicações que precisam de dados freqüentes mas não tão detalhados, como monitorar desmatamentos e a expansão da agropecuária.


Cooperação
Atualmente um dos principais programas de sensoriamento remoto em todo o mundo, o CBERS é um exemplo bem-sucedido de cooperação Sul-Sul em matéria de alta tecnologia e um dos pilares da parceria estratégica entre o Brasil e a China.

Os satélites do Programa CBERS são o resultado do acordo, assinado em 22 de agosto de 1988, entre a Academia de Tecnologia Espacial da China (CAST) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O CBERS-1 foi lançado em outubro de 1999 e o CBERS-2, em outubro de 2003. Antes disso, o Brasil dependia exclusivamente das imagens de satélites estrangeiros. E até 2014 estão previstos os lançamentos de mais dois satélites: CBERS-3 e CBERS-4.

O domínio da tecnologia para o fornecimento de dados de sensoriamento remoto também permitiu a implantação de uma pioneira política de livre acesso a estes dados, que tem levado outros países, como os Estados Unidos, a seguir o exemplo e disponibilizar gratuitamente dados orbitais de média resolução.

Já foram distribuídas pela internet mais de meio milhão de imagens para aproximadamente 20 mil usuários, em cerca de duas mil instituições públicas e privadas. Em média, têm sido registrados diariamente 750 downloads no Catálogo CBERS.

Além da livre distribuição das imagens, que contribuiu para a popularização do sensoriamento remoto e para o crescimento do mercado de geoinformação brasileiro, o Programa CBERS promove a inovação na indústria espacial nacional, gerando empregos em um setor de alta tecnologia fundamental para o crescimento do País.

As imagens CBERS são fornecidas gratuitamente para todo e qualquer usuário. Os países da América do Sul que estão na abrangência das antenas de recepção do INPE em Cuiabá (MT) são os mais beneficiados por esta política. Em breve os países da África também poderão contar com imagens gratuitas de seus territórios, pois já foram assinados memorandos para a recepção do satélite sino-brasileiro CBERS em estações de Ilhas Canárias, África do Sul e Egito, e está em negociação a instalação de uma antena no Gabão.
SATELITES DE TRANSMISSÃO,RADIO,DIFUSÃO, LED
Os jogos da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul serão transmitidos pelas emissoras abaixo:
Brasil - Rede Bandeirantes e Rede Globo (tv aberta) | BandSports, ESPN Brasil e SporTV (canais por assinatura)
Portugal - RTP (32 partidas), SIC (18 partidas) | SportTV (todas as partidas, sendo 18 exclusivas)

Outros países e regiões que transmitirão a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul
África do Sul - TV aberta: SABC | Satélite (paga): Supersport
África Subsaariana: TV aberta: depende do país | Satélite (paga): Supersport
Albânia - TV aberta: RTSH
Alemanha - TV aberta: ARD, ZDF e RTL | TV por assinatura: Sky Deutschland
Andorra - TV aberta: TF1
Argentina - TV aberta: Canal 7, Telefe | Cabo (paga): TyC Sports | Satélite (paga): DirecTV
Austrália - TV aberta: SBS
Áustria - TV aberta: ORF
Azerbaijão - TV aberta: ITV
Bielorrússia - TV aberta: BTRC
Bélgica - TV aberta: VRT, RTBF
Bolívia - TV aberta: Unitel, Red Uno
Bósnia e Herzegovina - TV aberta: BHRT
Bulgária - TV aberta: BNT
Canadá - TV aberta: CBC (em inglês) e SRC (em francês)
Chile - TV aberta: TVN | Satélite (paga): DirecTV
China - TV aberta: CCTV
Chipre - TV aberta: CyBC
Colômbia - TV aberta: Caracol e RCN | Satélite (paga): DirecTV
Coreia do Sul - TV aberta: SBS | Cabo/Satélite (paga): SBS Sports Channel
Costa Rica - TV aberta: Teletica, Repretel
Croácia - TV aberta: HRT
Dinamarca - TV aberta: DR, TV 2 | Satélite (paga): Canal 9
El Salvador - TV aberta: TCS
Eslováquia - TV aberta: STV
Eslovênia - TV aberta: RTS
Espanha - TV aberta: Cuatro | Satélite (paga): Canal+ Liga
Estados Unidos - TV aberta: ABC (inglês), Univision, Telefutura (espanhol) | Cabo/Satélite (paga): ESPN, ESPN2, ESPN3D (inglês), Galavisión (espanhol)
Estônia - TV aberta: ERR
Fiji - TV aberta: Mai TV
Filipinas - TV aberta: ABS-CBN | Cabo (paga): Balls
Finlândia - TV aberta: YLE
França - TV aberta: TF1, France Télévisions
Geórgia - TV aberta: GPB
Grécia - TV aberta: ERT
Hong Kong - Cabo (paga): Cabo TV Hong Kong
Hungria - TV aberta: MTV
Islândia - TV aberta: RÚV
Indonésia - TV aberta: RCTI, Global TV
Irã - TV aberta: IRIB
Irlanda - TV aberta: RTÉ
Índia - TV aberta: Doordarshan
Satélite (paga): Zee TV
Subcontinente Indiano (Bangladesh, Butão, Índia, Maldivas, Nepal, Paquistão e Sri Lanka) - Satélite (paga): ESPN Star Sports
LED
Sucesso pelo no mundo inteiro Estados Unidos e Europa
e agora a no Brasil as camisetas com LED.

Esta incrível camiseta possui uma estampa com tecnologia de leds que acendem de acordo com as batidas das músicas no ambiente.
A camisa luminosa possui um painel equalizador luminoso sensível ao som. Enquanto a música toca o equalizador acende acompanhando as batidas da música. Cada freqüência da música ativa uma parte do equalizador, com isto as luzes reagem em função do ritmo da música.
Camiseta na Cor preta para sobre sair as luzes LED, pode ser lavada basta apenas retirar o painel do LED e o compartimento das pilhas AAA que é guardado discretamente em um bolso interno na parte inferior da camisa.
Ideal para festa, casas noturnas, entre vários outros lugares a ser usada impressione com essa tecnologia.