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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cultura:Teatro, Cinema,Tv, Artes plasticas, Pontos turísticos, Escritores importantes

A cultura da África do Sul é influenciada pela diversidade étnica do país, o que pode ser apreciado na alimentação, na música e na dança.
Apesar de terem sofrido muita discriminação durante o apartheid, os mulatos tendem a relacionar-se mais com a cultura branca sul-africana do que com a negra, em particular a comunidade de língua afrikaans, cuja língua e crenças religiosas são semelhantes ou idênticas às dos bôeres brancos. Uma pequena minoria de "mulatos", conhecidos como malaios do Cabo, são muçulmanos.
Os asiáticos, predominantemente de origem indiana, preservam a sua própria herança cultural, línguas e crenças religiosas, professando ou o hinduísmo ou o islão sunita, e falando inglês, com línguas indianas como o Telugu ou o Gujarati a ser faladas com menos frequência. Existe uma comunidade chinesa bastante mais pequena, se bem que o seu número tenha vindo a crescer devido á imigração de Taiwan. Uma vez que os taiwaneses eram classificados como brancos e não como asiáticos durante o apartheid, eles tendem a ser em muitos aspectos mais semelhantes aos brancos do que aos outros asiáticos.
cinema tv
Charlize Theron (ʃɑ:rˈliːz ˈθɛɹən; 7 de agosto de 1975) é uma atriz, produtora e ex-modelo Sul-africana vencedora do Oscar.
Ela ficou conhecida no final dos anos 1990 após o seu papel nos filmes; Contrato de Risco, Poderoso Joe, O Advogado do Diabo e Regras da Vida. Ela recebeu muitos elogios e críticas, e o Oscar de Melhor Atriz, por sua interpretação da serial killer “Aileen Wuornos" no filme Monster - Desejo Assassino, assim, ela se tornou a primeira atriz sul-africana a ganhar um Oscar nessa categoria. Ela também recebeu uma indicação ao Oscar por seu desempenho no filme do Terra Fria.
No final de 2008 ela foi convidada para ser a mensageira da paz das Nações Unidas, pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon.
artes
Arte da África
A arte africana representa os usos e costumes das tribos africanas. O objeto de arte é funcional e expressam muita sensibilidade. Nas pinturas, assim como nas esculturas, a presença da figura humana identifica a preocupação com os valores étnicos, morais e religiosos. A escultura foi uma forma de arte muito utilizada pelos artistas africanos usando-se o ouro, bronze e marfim como matéria prima. Representando um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de adquirir forças mágicas, as máscaras têm um significado místico e importante na arte africana sendo usadas nos rituais e funerais. As máscaras são confeccionadas em barro, marfim, metais, mas o material mais utilizado é a madeira. Para estabelecer a purificação e a ligação com a entidade sagrada, são modeladas em segredo na selva. Visitando os museus da Europa Ocidental é possível conhecer o maior acervo da arte antiga africana no mundo.
historia
As origens da história da arte africana está situada muito antes da história registrada. A arte africana em rocha no Saara, em Níger, conserva entalhes de 6000 anos.[1] As esculturas mais antigas conhecidas são dos Nok cultura da Nigéria, feitas por volta 500 d.C.. Junto com a África Subsariana, as artes culturais das tribos ocidentais, artefatos do Egito antigo, e artesanatos indígenas do sul também contribuíram grandemente para a arte africana. Muitas vezes, representando a abundância da natureza circundante, a arte foi muitas vezes interpretações abstratas de animais, vida vegetal, ou desenhos naturais e formas.
Métodos mais complexos de produção de arte foram desenvolvidos na África Subsariana, por volta do século X, alguns dos mais notáveis avanços incluem o trabalho de bronze do Igbo Ukwu e a terracota e trabalhos em metal de Ile Ife fundição em Bronze e latão , muitas vezes ornamentados com marfim e pedras preciosas, tornou-se altamente prestigiado, em grande parte da África Ocidental, às vezes sendo limitado ao trabalho dos artesãos e identificado com a realeza, como aconteceu com o Benin Bronzes.
arte africana atual
Muitas das chamadas artes tradicionais da África estão sendo ainda trabalhadas, entalhadas e usadas dentro de contextos tradicionais. Mas, como em todos os períodos da arte, importantes inovações também têm sido assimiladas, havendo uma coexistência dos estilos e modos de expressão já estabelecidos com essas inovações que surgem. Nos últimos anos, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações dentro do continente, um grande número de formas de arte tem sido disseminado por entre as diversas culturas africanas.
Além das próprias influências africanas, algumas mudanças têm sua origem em outras civilizações. Por exemplo, a arquitetura e as formas islâmicas podem ser vistas hoje em algumas regiões da Nigéria, em Mali, Burkina Faso e Niger. Alguns desenhos e pinturas do leste indiano têm bastante similaridade em suas formas com as esculturas e máscaras de artistas dos povos Dibibio e Efik que se estabelecem ao sul da Nigéria. Temas cristãos também tem sido observados nos trabalhos de artistas contemporâneos, principalmente em igrejas e catedrais africanas. Vê-se ainda na África, nos últimos anos, um desenvolvimento de formas e estruturas ocidentais modernas, como bancos, estabelecimentos comerciais e sedes governamentais.
Os turistas também tem sido responsáveis por uma nova demanda das artes, particularmente por máscaras decorativas e esculturas africanas feitas de marfim e ébano. O desenvolvimento das escolas de arte e arquitetura em cidades africanas, tem incentivado os artistas a trabalhar com novos meios, tais como cimento, óleo, pedras, alumínio, com uma utilização de diferentes cores e desenhos. Ashira Olatunde da Nigéria e Nicholas Mukomberanwa de Zimbábue estão entre os maiores patrocinadores desse novo tipo de arte na África. ok
As formas de arte africana

A pintura é empregada na decoração das paredes dos palácios reais, celeiros, das choupas sagradas. Seus motivos, muito variados, vão desde formas essencialmente geométricas até a reprodução de cenas de caça e guerra. Serve também para o acabamento das máscaras e para os adornos corporais. A mais importante manifestação da arte africana é, porém, a escultura. A madeira é um dos materiais preferidos. Ao trabalhá-la, o escultor associa outras técnicas (cestaria, pintura, colagem de tecidos).
As máscaras africanas
/wiki/Ficheiro:Gelede1.jpg /wiki/Ficheiro:Neide_da_Costa.jpegNeide da Costa tecelã do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, Salvador, Bahia
Os tecidos são lisos ou estampados, os bordados são rebordados com linhas e com pedras de vidro. Confeccionam roupas longas e gorros. A inventividade do bordado com pedras de vidro está muito espalhada nas populações da República da Nigéria. Os suportes para abanos, crinas e rabos de animais, também decoram com pedras de vidro, canudilhos e cauris.
Os tecidos e o vestuário chegaram a um desenvolvimento plástico considerável em zona de cultura urbana, assimilando muitos elementos da indumentária islâmica e outros introduzidos pelos europeus colonialistas. O tear horizontal, permitiu a confecção variada de tiras que posteriormente se juntam longitudinalmente para formar tecidos maiores. Deste tipo de confecção o mais característico é o chamado Kente, entre os Ashanti. Ainda entre estes tecidos está o estampado chamado Denkira, com figuras diferentes que se combinam para estruturar um desenho ou determinar um motivo fundamental. Os desenhos são imersos em uma tintura vegetal e impressos em tecido branco estendido em uma almofada.
O Alaká africano, conhecido como pano da costa no Brasil é produzido por tecelãs do terreiro de Candomblé Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador, no espaço chamado de Casa do Alaká.
pontos turisticos
Introdução
A África do Sul, um dos países mais ricos e desenvolvidos do continente africano, concentra uma grande quantidade de pontos turísticos e culturais interessantes. Oferece também uma excelente rede hoteleira. Podemos encontrar em território sul-africano locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São diversos museus, parques naturais, monumentos, aquários, prédios históricos, galerias de arte e muito mais.Com a realização da Copa do Mundo de 2010, o país será alvo de milhares de turistas do mundo todo.
Principais pontos turísticos e culturais da África do Sul:
Na Cidade do Cabo
- Castelo da Boa Esperança
- Table Montain
- Jardins da Companhia
- Districto Six Museum
- Greenmarket Square
- Waterfront
- Robben Island
- Jardim Botânico Kirstenbosch
- Bo-Kaap
- Cabo da Boa Esperança
Em Pretória
- Strijdom Square
- City Hall
- Burgers Park
- Princes Park
- Springbok Park
- Jardim Botânico de Pretória
- Museu de Arte
- Church Square
- Jardim Zoológico Nacional da África do Sul
- National Cultural History and Open Air Museum
- Voortrekker Monument
- Menlyn Park
- Fort Klapperkop (base militar antiga)
- Union Buildings
- Estação Central (arquitetura colonial)
- Museu Transvaal
- Reserva Natural Wonderboom
Em Johanesburgo
- Museu do Apartheid
- Museu Hector Pieterson
- Gold Reef City (parque de diversões)
- Zoológico de Johanesburgo
- Galeria de Arte de Johanesburgo
- Museu da África
- Market Theatre
- Museu de Nelson Mandela e Casa de Mandela
- Sítio Arqueológico de Sterkfontein
Em Durban
- Teatro Elizabeth Sneddon
- Teatro Catalina
- Museu Marítimo
- Centro Africano de Arte
- Galeria de Arte KZNSA
- Aquário de Durban
- Parque Hluhluwe-Imfolozi
- Parque Santa Lúcia
- Praias
- Templo Hindu Alayam
- Mesquita Juma
Em Port Elizabeth
- Reserva Donkin
- Horse Memorial
- Forte Frederick
- Jardim Route
- Galeria de Arte Rei Jorge VI
- Museu Oceanográfico
Em Bloemfontein
- State President Swart Park
- King’s Park
- Freshford House Museum
- Museu Nacional
- Museu da Guerra dos Boeres
- Museu do Rugby
- Museu do batalhão de serviço especial
- Museu Agrícola do Estado Livre
- Museu dos Bombeiros
- Museu de Literatura Nacional
- Old Presidency
- First Raadsaal
- Catedral Anglicana
- Casa Maphikela
Em Rustenburgo
- Pilanesberg Game Reserve (parque e reserva florestal)
- Adventurous Fun
- Groot Marico
- Kgaswane Game Reserve (parque e reserva florestal)
- Royal Bafokeng Stadium (estádio sede da Copa do Mundo de 2010)
Em Nelspruit
- Mbombela Stadium (sede da Copa 2010)
- Jardim Botânico de Nelspruit
- Blyde River Canyon
- Parque Nacional Krueger
escritores importantes
Nadine Gordimer (Johannesburg, 20 de novembro de 1923) é autora de mais de 30 livros — em sua maioria, crônicas sobre a deterioração social que afetou seu país durante o regime do apartheid. Desde seu romance de estréia, The Lying Days (1953), até The Conservationist (1974), vencedora do Booker Prize, dedicou-se a dramatizar as difíceis escolhas morais surgidas numa sociedade marcada pela segregação racial.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1991 e, mais recentemente, a Legião da Honra, na França. Continua a explorar os problemas que assolam seu país em livros como "O engate" (2004) e "Beethoven Was One-Sixteenth Black", uma coletânea de contos ainda no prelo.
Obras
Ficção
• The Lying Days (1953)
• A World of Strangers (1958)
• Occasion for Loving (1963)
• The Late Bourgeois World (1966)
• A Guest of Honour (1970)
• The Conservationist (1974) - vencedor do Booker prize de 1974
• Burger's Daughter (1979)
• July's People (1982)
• A Sport of Nature (1987)
• My Son's Story (1990)
• None to Accompany Me (1994)
• The House Gun (1998)
• The Pickup (2001)
• Get a Life (2005)
Colectâneas de contos
• Face to Face (1949)
• Town and Country Lovers
• The Soft Voice of the Serpent (1952)
• Six feet of the Country (1956)
• Not for Publication (1965)
• Livingstone's Companions (1970)
• Selected Stories (1975)
• No Place Like: Selected Stories (1978)
• A Soldier's Embrace (1980)
• Something Out There (1984)
• Correspondence Course and other Stories (1984)
• The Moment Before the Gun Went Off (1988)
• Jump: And Other Stories (1991)
• Why Haven't You Written: Selected Stories 1950-1972 (1992)
• Loot: And Other Stories (2003)
hi... how are you??
Peças
• The First Circle (1949) publicado em Six One-Act Plays
Ensaios
• The Essential Gesture (1988)
• The Black Interpreters (1973)
• Writing and Being (1995)
Ronelda Kamfer

Ronelda Kamfer é uma poetisa sul-africana que escreve em afrikaans (ou africâner). Nasceu em Blackheath, na província do Cabo-Ocidental, a 11 de Junho de 1981.
Obra poética
Ronelda Kamfer está representada em diversas antologias de poesia na África do Sul, nos Países Baixos e em França.
2008: o seu primeiro livro de poemas, Noudat slapende honde, é lançado pela editora Kwela Boeke na Cidade do Cabo.
Prémios
En 2009, recebeu o Prémio Eugène-Marais da Académia sul-africana.
Traduções
Há vários de seus poemas traduzidos em francês e inglês.
Francês
Há 8 poemas traduzidos para o francês na revista Missives, Junho de 2009 (n° 253, Littératures d'Afrique du Sud)
Inglês
Karel Schoeman

Karel Schoeman é um escritor sul-africano de língua afrikaans ou africâner. Nasceu em Trompsburg, no Estado Livre de Orange, a 26 de Outubro de 1939.

Obra
Prémios
Traduções
Vários dos seus livros foram traduzidos para o alemão, francês, inglês, neerlandês e russo.
alemão
• In einem fremden Land (título original: 'n Ander land), traduzido do afrikaans por Gisela Stege, Knaus, Munique, 1993
francés
• En étrange pays (título original: ’n Ander land), traduzido a partir da versão inglesa por Jean Guiloineau, Robert Laffont 1991 e Éditions Phébus, Paris 2007.
• Tres contos, traduzidos do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, foram publicados na revista Caravanes n° 8 (Éditions Phébus, Paris 2003)
• Retour au pays bien-aimé (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2004.
• La Saison des adieux (título original: Afskeid en Vertrek), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2006. Prix Amphi 2006.
• Cette vie (título original: Hierdie lewe), traduzido do afrikaans por Pierre-Marie Finkelstein, Phébus, Paris 2009. Prix du Meilleur livre étranger 2009.
inglês
• Promised Land (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por Marion Friedmann, Julian Friedmann Publishers Limited, Londres 1978
• Another Country (título original: ’n Ander land), traduzido do afrikaans por David Schalkwyk, Sinclair-Stevenson, Londres 1991
• Take Leave and Go (título original: Afskeid en Vertrek), traduzido do afrikaans pelo autor, Sinclair-Stevenson, Londres 1992
• Miss Godby and the magistrate, extracto do romance Verliesfontein, in Michael Rice e Chris N. van der Merwe, A Century of Anglo-Boer War Stories, Jonathan Ball Publisher, Joanesburgo 1999
• This Life (título original: Hierdie lewe), traduzido do afrikaans por Elsa Silke, Human & Rousseau, Cidade do Cabo-Pretoria 2005
neerlandês
• Een ander land (título original: ’n Ander land), traduzido do afrikaans por Riet de Jong-Goossens, Uitgeverij Contact, Amsterdão 1993
• Merksteen: een dubbelbiografie (título original: Merksteen: 'n dubbelbiografie), traduzido do afrikaans por Riet de Jong-Goossens, Uitgeverij De Arbeiderspers, Amsterdão 2004
russo
• В родную страну (título original: Na die geliefde land), traduzido do afrikaans por A. K. Slavinska, Edições do Progresso, Moscovo 1978
Teatro
Existem duas tradições teatrais estabelecidas na África do Sul: a africana — desenvolvida com o passar dos séculos — e a européia, introduzida na cultura da África há dois séculos e meio. Recentemente, uma nova tradição híbrida desenvolveu elementos contidos nas duas antigas.
O desenvolvimento das tradições contemporâneas tem sido influenciado pelas raízes européias. A nova tradição, no entanto, é ancorada na forma de desempenho da tradição africana, apresentando características com interessantes variações urbanas populares.

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